quinta-feira, 3 de junho de 2010

O primeiro dia




Sou profundamente agradecida à vida. Ao que me foi dado. Ao que pude aprender (e estou aprendendo - com a profunda generosidade da vida) . E ao que eu posso dividir.

Para o primeiro devaneio virtual neste espaço - meu e público ao mesmo tempo -, reverenciar a existência é o sentimento mais forte, mais presente, que me vem ao coração e impulsiona a minha 'bendita' (rrrrsss) impulsividade.

Pedir o quê? Por quê?
Se a cada segundo da minha vida, a cada instante em que respiro e meu coração pulsa, me é permitida a independência, a comunicação e o raciocínio independentes?

Meu Deus, preciso mais de quê?
Aliás, é preciso, sim, fazer...
Fazer mais, muito e sempre...
E amar a vida... O tempo todo...
Graças a Deus,
a Jorge que me defende e protege e
a Francisco que me inspira e me dá sensibilidade para perceber com o coração o que não consigo ver com os olhos

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